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Mostrando postagens de abril, 2024

A Razão pela qual os homens acham que sua missão no mundo é comer o máximo de mulheres possível

 (Spoiler: não é pelo prazer do sexo) Meus amigos de Caralivro insistem em ler feiquenios e raciocínios simplórios e literais dessas páginas conservadoras viralizando o que naquelas plagas passa por inteligência e cultura (céus, tem saites e vocetubos de Cavaleiros Templários!). O modelo deles, é claro, é o Olavo de Carvalho, que normalmente é jogado no mesmo saco de seus seguidores (ou devo dizer acepipes, como o assecla que chegou a ministro da educação?) pelo povo que não se deixa impressionar por suas falácias. O que é um erro crasso, sobre o qual falo depois em outro textão. Este é pra falar da minha galera que não resiste a postar 1 comentário provocador no Caralivro de influenciadores fascistas com milhares de seguidores concordatários, o que leva o algoritmo do Feice a jogar a postagem na minha Linha do Tempo. A postagem do reaça era sobre como homens PRECISAM abandonar as mulheres que venham a traí-los. Não o contrário, porque mancebos podem ceder a uma tentação sem deixar...

Warrior

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A Netflix adquiriu “Warrior” do Cinemax e imediatamente começou a tentar me empurrar de qualquer forma, avisando que estava entre as séries mais vistas e pondo uma cena inteira passando insistentemente na tela inicial. Sim, eu sei, gosto de tirar onda que uso a Netflix pra ver Viagem ao Infinito e filmes asiáticos premiados, mas o algoritmo sabe direitinho que eu adoro produções com cara e impressionante direção de arte, porradaria em som surround e deslumbrante fotografia. Na verdade, é só para curtir a qualidade da minha imensa tevê QLED e minha avançada soundbar surround Atmos, ok? Mas eu só comecei a ver Warrior depois que julguei familiar o rosto do chinês abusado que protagonizava a cena teaser. Era o Andrew Koji, que embolsou o “Sêneca - Da Criação de Terremotos”, que vi no FestRio do ano passado. A Gricel e o Sílvio me contaram que já conheciam o vivente de outros estrímens, mas para mim era um completo estranho. Seu centurião irascível, porém completamente dedicado ao cumprime...

Viagem ao Infinito

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  Fale com algum nerd que já fosse senciente lá pelo começo dos anos 80 sobre a primeira série Cosmos, e eles imediatamente se atirarão ao chão, cobrindo-se de cinzas e lamuriando-se que não são dignos. Naquela época ninguém sabia muito sobre astrofísica e os escritores de ficção científica que gostavam de explicar do que estavam falando estavam mais interessados em tecnologia do que nas coisas básicas do espaço. Pouquíssimos garotos esquisitos, provavelmente alvos de valentões, tinham realmente boas informações sobre buracos negros ou as visões cosmoteológicas de Kepler (só aprendíamos na escola as leis, impessoalmente, aquelas sobre os planetas transladarem ao redor do Sol em elipses, com a velocidade em cada trecho proporcional ao arco da curva).  O mais fascinante de tudo era que as leis que regiam o Universo eram as mesmas de todos os lugares, com as quais estávamos completamente familiarizados, mas levadas ao extremo pela escala das massas e distâncias pantagruélicas. A ...